quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Texto de Leandro Oliva no encerramento FENAPO 2010. Você em Cena.




FENAPO, um festival único, um festival múltiplo! Momentos líricos, sérios, reflexivos, engraçados, profundos…

Este ano tivemos um FENAPO com vários slogans: FENAPO 2010 Você em Cena, FENAPO 2010, um show de humor; FENAPO 2010, um festival para toda família; FENAPO 2010, onde a criança tem seu lugar;

FENAPO 2010, 11 anos de memória; FENAPO 2010, a transformação em cena. Enfim, muitos momentos marcaram esta edição: a lembrança e a forte presença de Eduardo Dias, a transformação de Juscelino Ramos dos Santos Junior; Paulo Sérgio Marques que nos incentiva a educar nossos filhos por meio da poesia e muitos outros, além dos risos e intimidade entre meus colegas jurados: Ale, Elber e Vivi.

Durante estes dias de festival tivemos recortes e olhares de nosso mundo por meio de fotos e vídeos, como Ilusão de ótica, Dadá Vídeo, Páginas Vazias, Poesia a deriva, o Cego social.

(A partir deste trecho citarei os nomes de todos os espetáculos e/ou participantes desta edição em caixa alta)

O que posso lembrar do aprendizado obtido nestes dias é que Só POR DEUS CULPA E DEPRESSÃO podem ser os estímulos para a LITERATURA DA PROIBIÇÃO.

MARIA HELENA FOGO semeou e cantou a terra que fora molhada por LAVADEIRAS de maneira tão sensível como uma VALSA.

DOUGLAS LOPES DE MELO, EVERSON CAMPOS, VAGNER DA ROCHA MENDES e ALEXANDRE BOJAR nos trouxeram MUNDOS PARALELOS.

E tudo junto, misturado, envolvido, criado e recriado como se tivéssemos uma FENIX ao nosso lado a cada momento. Que bom lhe rever em cena, JEFF! Que bom ver musas inspiradoras na plateia, não é DENISE? Quantas Denises passaram por aqui que inspiram seus amantes…

Hoje de manhã revelei para MEU PEQUENO AMIGO IMAGINÁRIO:

Tivemos noites mais silenciosas, outras mais agitadas, umas coloridas, outras preto e branco, plateia mais cheia, plateia mais vazia… o que importa é que foram noites, noites que acolheram e acolhem nossos sonhos.

Noites que nos inspiram e nos estimulam para, de fato, amanhecermos, para estarmos diante de um sol, de algum sol, do brilho, do calor, do quente, do belo, do vivo!